sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Relatos da madrugada. Noite (dia) cinco: 16 de outubro de 2009 – 06:42 AM
Pagou a puta com cartão de crédito... Fechou a porta e dormiu.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Relatos da madrugada. Noite quatro: 14 de outubro de 2009 – 02:42 AM
De olhos vendados, ouvidos tapados e a boca selada... AH! Claro... este não sou eu!
Eu estou sempre aqui, é que ninguém quer enxergar... Na verdade enxergam. Enxergam erros, imagem e um pouco de vaidade. Estou um tanto carente... Mas não me amolem! Apenas sinto falta do meu eu... Que foi caminhar em lugares que eu não aconselho ele caminhar. Esse meu eu está fazendo falta, pois no momento ele está bem longe! Melhor ir busca-lo, pois estou ficando com medo de alguém aparecer... Melhor compania que eu mesmo não existe! Está dificil de encontrar alguém que no minimo por dez minutos não fale de terceiros. Prepotente? EU? Imagina! Mas é que sou inteligente o suficiente para cuidar de minha vida e deixar que os outros vivam as suas. Pense como seria bom... Cada qual no seu lugar! Maravilha! Tentem me provar que estou errado! Façam com que eu acredite nos “fatos”. Mostrem o lado bom de NÃO ser o que eu sou... Talvez assim eu possa ser o que meus pais tanto sonharam. Um hipocrita cheio de “ética” e “SAFADO”! Que se esconde atrás de um emprego, uma gravata ou uma mesa lotada de documentos.
Tudo isto está tomando um tom de “raiva”, mas posso dizer... Não posso provar! Que não estou com ódio em minhas palavras... É só uma forma de expressar pensamentos momentanios.
Hoje tive um medo do amanhã... Engraçado isto. Eu que tenho bastante convicção em meus atos... Sentir medo do amanhã! Esta é a parte que não gosto de pensar, estava evitando isto! Até que durou bastante. Mas infelizmente ando tendo muito contato com outros seres humanos. Que... Infelizmente, conseguem ter a proeza de... Por certas vezes me fazer pensar como seria bom ser futil... A ponto de não me preocupar com a minha vida e viver a dos outros! A vida do outro é TÃO MAIS FACIL! (não que eu realmente ache isso... preciso enfatizar que estou sendo irônico!). E esta maldita frase assustadora, questão avassaladora... “E se???” Rondou minha cabeça por alguns momentos hoje. Sorte que por pouco tempo! Já estava até assustado.
Realmente é bem melhor ocupar a mente e o corpo ao mesmo tempo! Somente a mente ocupada, é pensar demais! Somente o corpo ocupado, é agir demais! E essas “merdas" separadas acabam sempre em “MERDA"!
Céus! Melhor parar de lembrar o passado, para de tentar entender o futuro, ter cautela no presente e no momento... Parar de pensar!
sábado, 10 de outubro de 2009
Lembrando...
Leandro (lee), Fabio (Fabinho).
Que nossa "insanidade" nunca seja considerada sã!
Relatos da madrugada. Noite três: 10 de outubro de 2009 – 05:54 AM
Hoje viajei em um sub mundo vazio. Não havia algo util para se fazer... Na verdade havia, mas simplesmente não queria enxergar. Prefiri perder um pouco tempo (ou quase todo) vagando em meu passado. Claro que não fiz isto o dia todo, mas grande parte dele foi gasto desta forma... Antes de colocar em palavras o tempo averiguado, conto alguns fatos relevantes. Relatos... Resquicios deste dia que, para mim, não existiu. Pela "distancia" entre as datas, noto que passei um longo tempo sem escrever uma misera palavra... Talvez eu tenha tomado uma dose de "vontade da vida" e tenha realmente aproveitado esses dias (isto ao meu ver), ou talvez, julgando precipitadamente o pensamento alheio, tenha os disperdiçado com "vida demais". Fato é que; tenho encurtado minha vida em varios anos... Mas... Quem disse que eu acho isso ruim?
Durante estes dias muita coisa aconteceu. Amores, tropeços, conquistas e atitudes que não julgo certas, nem erradas... Simplesmente penso que foram nescessarias. Fico surpreso com a quantidade de coisas que vivo em pouco tempo! É como se minha vida estivesse em um carro desgovernado a uns tantos kilometros exagerados (não quero pensar em numeros, isto me deixaria assustado). E também é incrivel a forma que consigo deixar algo para trás! Digo isto, pois a ultima vez que escrevi, estava loucamente apaixonado e cegamente confuso... E hoje, nem sombra desta confusão em relação ao coração. Confesso que temo esta minha forma de deixar as coisas por fazer e não ter um pingo de arrependimento, ou fazer coisas demais e continuar a NÃO ME ARREPENDER! A cada dia que passa, vejo o quanto a vida é curta, as experiencias tornam-se meras lembranças e que por fim... SEMPRE É MAIS DIFICIL SE ARREPENDER DO QUE NÃO SE FEZ! E então, sob este pensamento, forma-se a opinião (que é... E ao mesmo tempo não é minha) ... Se de fato dói não fazer... Como não se arrepender? Pois o simples fato de fazer uma coisa, é deixar de fazer outra. E este tempo perdido, jamais voltará! Então porque se arrepender? Porque martizar-se por perder o tempo? Ele realmente foi perdido? Se estava a escrever algo, logicamente que sua roupa suja não poderia estar sendo lavada por você naquele instante. Exemplo bem simples, mas bem explicativo (ao menos para mim). O tempo é ocupado todo tempo! Não importa como. Seja com um pensamento, um momento, uma hora passada olhando a paisagem da janela ou até mesmo aquele tempo pensando no que poderia ser feito em algum tempo.
"Não é possivel! Isto que chamamos de TEMPO, é a pior invenção do homem!".
Só serve para nos trazer pressa, desespero e a pior sensação... O arrependimento!
Alguém, por "Deus"... Diga-me por que se arrepender? Não volta, já foi feito e se estava a fazer algo, não importa o que... É OBVIO QUE NÃO PODERIA ESTAR FAZENDO OUTRA COISA! Então, mais uma vez pergunto... Qual é sentido de se arrepender? Eu não ligo se isto faz ou não sentido. Não foi por acaso que nos ultimos dias tenho feito tudo que tenho vontade. Esta vida é unica! E se eu não me satisfazer, não terei outra chance. Vivo quantos amores puder, fumo quantos cigarros conseguir, dou quantos passos forem nescessarios para chegar a algum lugar... E vivo! Assim... Um dia após o outro, sem me restringir... Se tenho vontade faço! Se não tenho vontade não faço! Se existe duvida, procuro o que me trás certeza... E não precisa ser algo relacionado a duvida. Se o tempo é ocupado sempre, que mal tem em tomar outro caminho, viver outra experiencia, ser eu mesmo enquanto é TEMPO! Só tenho este mesmo...
Lembrando... Esqueçam o que ia lhes dizer sobre meus dias passados. Eles já passaram mesmo!
Deixo uma historia que tem um pouco sobre os dias passados... Fiquem a vontade para tirarem suas prórpias conclusões sobre.
Começo esta historia voltando alguns anos... Bem no inicio de minha adolescencia. Como todo jovem, vivia aventuras, perdições e romances. Me via como um adulto, sorria ao primeiro pelo de barba nascido no rosto. Sinal de crescimento, sinal de me tornar um adulto? Negativo! Sinal de crescimento corporal, hormonal... E com os hormonios, chega a vontade de estar com alguém... Assim eu fui, como todos os jovens... Procurei em varios lugares, mesmo que sub conciente. Em um dia desses, de madrugadas perdidas, encontrei a musa que seria meu “amor”. Beldade esplendida, me enchia os olhos. Passei tempos adimirando, tentando deixar de lado o medo de me aproximar. Costumava sempre estar perto, mas nunca consegui me vencer. Em algum momento eu deveria dizer algo... Enfim... Depois de muito rodiar e por certas vezes negar a si mesmo o desejo, consegui me aproximar... O que aconteceu, foi inexplicavel. Foi como se estivesse anestesiado e ao mesmo tempo cheio de vida. Mesmo cansado de passar a madrugada inteira acordado, mas mesmo assim... Totalmente pronto para qualquer coisa. Ela me dava coragem, me tirava o medo, a fome o sono e quaisquer outras coisas que poderia me atormentar... Ali, pela primeira vez... Eu descobri o que era amor. Se entregar, negar a si mesmo, dar tudo que for preciso para ter um sorriso... Arrumar assunto mesmo sendo a pessoa mais timida do mundo! Isto durou por uns bons anos. Para ser exato, três! Os problemas começaram no inicio do terceiro ano... Quando meus pais começaram a dizer que ela me fazia mal. Pois eu não dormia por ela, não comia por ela e gastava todas as minhas economias. Fora da casa de meus pais, não vivia sem ela... Por fim, passei a ter pesadelos, ser arrogante e os amigos se afastaram. Já havia perdido bem uns dez kilos... E tudo era cinza.
Sem ter saída, pedia ajuda e não obtinha. Vaguei sem rumo, tentei me afastar e nada acontecia. Por sorte encontrei uma luz... Minha mãe, que já me deixara de lado, voltou a me ajudar. Fez com que eu caisse na real, que aquele amor não valeria a pena, que ele acabaria comigo. Sofri por algum tempo, mas logo tinha a esquecido. Passei dois anos sem ve-la. E nos ultimos dias a reencontrei! Todo aquele amor apagado retornou. Mais forte, cego e sem restrições! Agora, mais uma vez... Vivo todos os dias por ela. Sinto saudades e penso o dia todo naquela bela moça... Branca como a neve, me leva as nuvens... Faz tudo virar nada, e todos os problemas desaparecerem. E hoje sei que ainda amo. E que tenho medo deste amor... Pois nada mudou. Ela continua a ser quem me derruba, quem me faz negar os desejos da vida e viver somente por ela. Talvez um dia eu a veja como um problema, mas por enquanto ela nada mais é que uma compania a me confortar. Prefiro continuar ao lado desta que me faz bem, ao menos por enquanto, mas este pode ser o problema, talvez não seja tão bom ter a compania desta moça, mas quem pode saber?
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Relatos da madrugada. Noite dois: 25 de setembro de 2009 – 02:46 AM
Ele a olhou e sorriu... Ela o olhou e gargalhou.
Ele detestava o frio que sentia, então ateou fogo em sua casa e foi dormir...
Sem mais.
02:58 AM
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Relatos da madrugada. Noite um: 23 de setembro de 2009 – 04:46 AM
A partir daqui, começa a saga. Relatos da madrugada...
Não necessariamente serão escritos na madrugada, mas terá este nome pela certeza da maioria. Será como um diário, mas não com os pensamentos exatos... Ou não! Simplesmente será! Repassado em palavras o que sinto e penso. Sem mais explicações...
Hoje não foi um bom dia... Na verdade não foi um bom fim de semana, nem um bom começo. Espero que melhore! Ao menos obtive algumas respostas, recebi algumas boas noticias... Agora vago, sem ir a lugar algum. Simplesmente caminho pelos meus pensamentos. Tentando acalmar-me e encontrar paz. Difícil dormir assim. Cansado mentalmente, mas totalmente perdido nas perguntas. Perdendo horas e mais horas. Pensando em possibilidades, escolhas e caminhos... Atormentado pelos próprios pensamentos, causando uma tormenta em minha cabeça.
Eu escolhia a dedo os desastres, caminhava pela praia devastada pela maré nervosa, que incansavelmente, castigava a costa da praia de minha mente... Esvaindo em sangue, deixava para trás um rastro que as ondas apagavam, passo a passo. Fora desta metáfora... Nada mais que a realidade, nua e crua! A tela do meu computador, clareando a sala escura, dando um tom obscuro à vida. E eu imaginava-me vasculhando antigos escritos meus, escrevendo pensamentos em papéis rabiscados, e logo após os amassando e jogando-os dentro da lata de lixo. Assim como um jogo para distrair a mente. Mesmo que isto fosse somente imaginação, satisfazia-me com a idéia de livrar-me dos pensamentos que incomodavam... A boca amarga e seca, pela nicotina, ou pela falta dela! Mais um dia passado, mais um dia lutando contra o coração, tentando dar espaço para a razão. Assim como um louco luta contra si para obter as respostas das perguntas mais indigestas pela sociedade. “O que será que pensa ele?”. Você não se pergunta? Mesmo quando vê os loucos de desenho, a enrolar os dedos? Estranho saber sobre a complexidade da vida... Ser exata e duvidosa. Diferente, mas igual, monótona e surpreendente ao mesmo tempo. Porque não morrer amanhã, mesmo que sabendo da morte certa mais tarde... Porque amar alguém que não nos ama? Correr atrás, desgastar-se, talvez até criar uma certa aversão a pessoa e logo após passar por tudo isto, mas com outro ser... E pior ainda... Porque gostar e não falar? Não sentir, reprimir-se, negar-se a dádiva de estar ao lado de quem te faz bem? Estranho não? Mas esta... É a maravilha de existir... Eu entrego-me de corpo alma, sem pensar, pois não sei quanto tempo ainda tenho, se tempo tenho... E se teria outra chance. A vida é curta e cheia de vontade de passar-me rasteiras... Por isto vivo intensamente cada momento... Pois a eternidade... Nada mais é que um momento vivido intensamente. Quando vives um dia assim, com vontade, com gana de vida... Não o lembra por todo o resto de tua vida?
Este sou eu a pensar em ti... A entregar-me de corpo e alma. Sem medo de viver, mas aqui... Somente aqui. À frente de meu computador, pois ele não manda-me sumir, não pede-me para esquecer ou dar as costas. Enfim... Sabes que amo-te e o motivo de minha tormenta é não entender-te. Na verdade subentendo. E nego-me a enxergar e seguir, por puro medo... Enxergo além de teu corpo... Talvez tua alma. Talvez um pouco mais de cor e menos roupas (sem duplo sentido). A finco, no exato. Como o ser veio... Puro, ingênuo e amante por natureza. Por fim amasso mais um escrito em minha mente e concluo a obra... Com um simples “Eu te amo!” Escrito à areia da costa de meus pensamentos. Logo a maré apagará e terei que escrever outra coisa...
5:25 AM
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
um pedido de desculpas...
De fato, palavras machucam mais que alguns destes atos. A uns dias atrás tive um momento de raiva e passei em palavras o que jamais deveria ter passado... Agora faço de minhas palavras, sentimentos... Tenho vontade de mostrar-lhe o mundo. Gostaria de ter a chance de apresentar um por do sol, ou até mesmo um nascer... Isto depois de uma madrugada a luz da lua... Queria estar ao teu lado em qualquer momento... Sejam eles bons ou ruins. Mesmo que em minha vida existam monstros que me atormentem, estaria sempre inabalável! Queria ser a rocha pra te proteger do mar, mas também queria ser o mar... Para poder te molhar, ser maleável o suficiente para te agradar ou ser forte para te negar algo, isto em momentos que precise. Trocaria meu dia pela noite, minha água pelo vinho e mesmo que estiver triste sorriria! E talvez faria você sorrir...
Deixe de lado tudo aquilo que foi dito (escrito) e por favor, me de um sorriso!

