quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

A bandeira contrária...

Certa noite... Refleti sobre este tempo em que vivo. Sobre o passado e também sobre as historias que conheço. Tempos em que não presenciei os acontecimentos, mas tive o privilegio de conhecer...

Tempos em que nossa arte, cultura e musica... Tiveram sua alta produtividade.

Tempos em que nossos grandes idealistas, pensadores e criadores, foram considerados improdutivos e sem utilidade. Julgados, condenados, extraditados por serem contra um estado ditatorial. Tiveram que pensar uma, duas, três vezes para passar suas mensagens, mensagens que de alguma forma... Atacariam a integridade deste governo extremista. Esconderam em refrões, pedidos de socorro, protestos contra políticos e até mandaram o próprio pai se calar! Tinham de esconder muito bem... Pois qualquer mensagem descoberta... Poderia ser motivo de morte. Neste mesmo tempo; os feriados tinham valores... Comemoravam-se conquistas, ou nos serviam para lembrar algo valioso.

Atos heróicos e força de vontade eram exaltados.

Hoje... Restaram os costumes e perderam-se os valores.

Estranho pensar que lutou-se tanto para termos algo em nossas mãos, para desperdiçarmos tão facilmente.

Deixamos a ignorância se alastrar como uma praga! Festejamos sem motivos, aceitamos escândalos governamentais e sorrimos ao ver o criminoso tornar-se herói.

E nossa nova musica? Citam sexo, drogas e criminalidade... Isto quando não são fúteis o suficiente para não valer nada! Musicas que rebaixam as mulheres, como se fosse natural. Crianças em contato com sexualidade, noticiários enfatizando desgraças... Sensacionalismo, oportunismo!

Nas ruas... Agressões sem motivos, desemprego, vadiagem. Preconceitos evoluindo!

Agora... Eu me pergunto... Isto é evolução?

Em minha adolescência, quando pensava e planeja meus protestos... Não era bem esta evolução que almejava. Não buscava me aproveitar da falsa liberdade para cometer meus erros.

Hoje enxergo que era infantil. Que meus protestos juvenis não tinham alvos exatos... Para onde mesmo eu apontava minhas armas? Não faço idéia...

Orgulho-me de atualmente levantar a bandeira contrária as minhas antigas idéias!

Como um estado pode ser tão cego? Cego por opção... Opção unânime! Do “povo” e “governo”... Que tapam os olhos com as próprias mãos, inutilizando-as para o trabalho... E ainda assim, diante a todo este ócio; reclamam seus direitos... Direitos? A quem? Para quê? Se destruir? Destruir alguém?

Recuso-me aos mesmos... Prefiro ficar no aguardo de outro golpe de estado!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Só um poema, pra ninguém (quem dera fosse =/ )

Sem edição, sem revisão... Sem nada! Exatamente do modo como escrevi, no bruto...

Quando vejo-te passar... Sinto-me um pobre louco que mal sabe se cuidar. Perdido em devaneios, sonhando alto demais... Tentando manter na mente badernada, a imagem de como seria tê-la em meus braços. Implorando para que a sanidade volte a tomar minha consciência! E novamente tenha motivos para levantar-me e caminhar em busca de algo melhor. Algo que possa lhe oferecer, que valha o teu preço, o teu olhar ou teu amor!

Tua imagem me perturba, mas não me incomodas nenhum pouco saber que és tu que tira-me o sono! Bela musa que encanta-me, com teu olhar misterioso, com tuas palavras perfurantes e teu corpo escultural. Venha para perto e mostre-me que ainda posso ter o direito de ser algo! Por mim... E por ti!

Quem dera este louco pudesse dividir estas palavras pessoalmente, com esta que vem a ser o motivo das mesmas...

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Um novo modo de enxergar um encontro.

Sem edições, aqui vai mais um de meus contos “sensatos”, sem restrições e com um “segredo” envolvido... Sei que não são muitos os meus leitores fiéis, mas penso que será divertido, a quem me conhece, desvendar o que contém de diferente neste! Espero que gostem! Um abraço a todos


Carlos William.


Casual.


“Esta, de fato, foi a melhor decisão que tomei em toda minha vida!”

Assim pensei quando desembarquei no aeroporto... Por alguns instantes observei a movimentação e segui para a portaria. Estava exausta e só pensava em descansar, ter um tempo para mim. O peso da profissão chegara rápido demais, talvez pelos excessos. Vou explicar-lhes melhor...

Logo após o termino de meus estudos, procurei seguir a finco e me dedicar a profissão. Escolhi trabalhar na área de moda... Pois assim, poderia conhecer o mundo e sempre estar em contato com outras pessoas. Eu sempre sonhei em conhecer outros países e seus costumes, ter contato com suas culturas e talvez até conhecer alguém interessante. Apesar de ter este pensamento, não me deixei levar pelo “conhecer” e dei preferência à solidão caseira, deixei os contatos para o profissionalismo e diversão, não queria ter a obrigação de estar sempre ao lado de alguém, ou até mesmo prender-me a um casamento. Ao menos no momento... Eu queria primeiro me realizar profissionalmente, para posteriormente construir uma família. Acabei por me dedicar demais! Por medo de criar uma expectativa maior, não me deixava levar por encontros, carinhos, presentes ou quaisquer coisas que me aparentasse uma aproximação. Claro que isto ajudava, e muito, a ter tempo para arcar com as responsabilidades do trabalho. Com tanta dedicação, veio o reconhecimento e o “glamour” do ramo. Propostas para viagens e contratos no exterior. Os mesmos que me encheram os olhos para a Europa.

O “mundo” da moda girava lá! E sem pestanejar aceitei trabalhar em uma agência na frança. Eram as mil maravilhas, afinal, quem não almeja realização pessoal? Em um ano, minha carreira alavancou descontroladamente e já me via sem tempo algum para viver o meu “pessoal”... E eu não queria mais “atuar”, queria realidade! Este é o lado ruim, o pesar, de minha profissão... Tudo é muito “teatral”.

E foi um ano! O tempo exato para sentir saudades do bom e velho arroz e feijão, das noites paulistanas e o conturbado condomínio onde morava. Desde o começo eu sentia saudades, mas pesou-me mais quando a solidão pesou também. Eu queria visitar meus pais, ter a presença real de alguém, não como era, por apenas interesse. Aguardei o término do contrato e neguei uma renovação... Procurei embarcar no primeiro avião para o Brasil. Todas as decisões em minha vida foram drásticas, até mesmo a escolha pela solidão, eu não sabia o sentido de moderação... Mas em algum momento eu precisava descobrir isto! Cansada de observar casais perambulando pelas ruas de Paris, cidade romântica, cheia de encanto. Em alguns momentos me via com inveja destes mesmos casais. Até ali, minhas “historias” românticas, não passavam de... Aventuras! Romances adolescentes, experiências deixadas para trás... Lembro-me de uma delas, a única que teve algum valor. Antes de cursar a faculdade, passei três anos ao lado de um garoto um tanto mais velho, que me valorizava bastante. Atencioso, romântico, mas com uma insanidade sem tamanho, meio perdido na vida, com idéias utópicas e ideologias juvenis e revoltadas... Mas ele soube me mostrar o que era amar, me fez bem estar ao seu lado. Com ele aprendi que ninguém será perfeito! Não nego que me irritava o fato dele pensar em sua “liberdade” absoluta, isto não existe! Mas não posso negar, também, que ele me ensinara muitas coisas... E talvez seja o único, que até hoje tenha me demonstrado algum valor no amor. E não por interesse, mas adoraria saber como ele está. O que ele fez por mim, cativou o que mais tarde viria a pesar... Sabe essas coisas de primeiro amor? Pensar em procurar algo semelhante, ou alguém que possa fazer algo parecido. Sei que isto é bobagem, mas sempre guardamos algo de pessoas que passaram por nossas vidas e tiveram algum valor. Mas no momento ele era apenas uma memória, o que me fizera voltar ao Brasil, era saudade de meus pais e de alguns amigos que a muito não via. Não que eu não tivesse amigos na França, mas grande parte de minha vida havia ficado para trás... E eu precisava retornar a elas! E posso dizer que os franceses não me despertaram interesse algum, principalmente os que eu conhecia, por terem a opção sexual variada... Outro problema em minha profissão! Mesmo que eu não procurasse, não poderia correr o risco de me apaixonar por alguém que no mínimo, gostaria de dividir o estilista famoso que conhecíamos. Só de pensar nesta possibilidade, rio sozinha! O meu retorno não era direcionado a procura de alguém, muito menos desfazer da profissão... Seria como férias prolongadas. E neste tempo, estaria “aberta” a novas possibilidades. Um mundo “novo”, dentro do “antigo”. Durante a viagem, uma “agenda” de horários e “compromissos” se formava em minha mente, era uma mania adquirida com o trabalho. Eu estava ansiosa para ver meus pais. Já se passavam dois anos sem vê-los pessoalmente. Seria a primeira coisa que faria quando chegasse, iria visitá-los e passaríamos alguns dias juntos, depois entraria em contato com alguns amigos, que já estavam cientes do meu retorno. Eu estava disposta a conhecer pessoas novas e me relacionar com algum homem de verdade, não como antes, ou como na França, que não me deixava passar do terceiro encontro... Agora, como diziam minhas amigas do colegial, deixaria “rolar”! Sem intenções, apenas viveria, coisa que não fazia a muito. A idéia de que um relacionamento atrapalharia meu futuro, já estava obsoleta. E talvez fosse o momento ideal para “descongelar” meu coração... Afinal, minha carreira já estava construída. Um romance não atrapalharia mais. E cá para nós... Quem consegue suportar a solidão a vida toda? Bem que eu tentei! Mas me parece impossível. E além do mais, já estava cansada de começar um relacionamento, me deixar levar pelo desejo e depois me afastar por medo de atrapalhar minha carreira. Mas só agora vejo que talvez eu pudesse conciliar um amor com o trabalho. E penso que talvez pudesse ser melhor ter alguém ao lado desde o começo. Um apoio, um alicerce, alguém com quem conversar sobre o meu dia exaustivo e depois cair na cama aos beijos. Tudo bem... É muita perfeição! Mas sonhar não custa nada. E por falar em sonho... Mais um realizado...



“Senhores passageiros, favor colocar os cintos, pois o avião irá aterrissar...”



Enfim... De volta para casa!



Eu não sei por qual motivo, sempre fui organizada, mas me sentia um tanto desastrada, sem rumo... Estava atrapalhada com as bagagens, não conseguia alcançar o celular no bolso, que tocava incessantemente. Eu me sentia atrasada... Mas não existia com o que se preocupar! A ansiedade me deixara assim... Tentei me acalmar, mas o celular me irritava mais ainda! Depois de um tempo “desnorteada”, tomei o rumo de meu velho apartamento no centro de São Paulo... Em primeiro momento, descansei um pouco antes de começar a jornada de visitas e telefonemas. Acomodei-me, mas deixei as malas por desfazer... Passei algumas horas deitada, para depois ir à casa de meus pais. Eu tinha muita coisa para fazer, mas me sentia preguiçosa. E digo que foi ótimo me sentir assim!

Após um cochilo, me arrumei e saí... Sem carro, sem vontade de chamar um taxi, resolvi “passear” de metrô até a casa de meus pais... Diversos telefonemas, entusiasmada com a idéia de rever pessoas, mal prestava atenção no caminho... Mais parecia uma criança apressada para a vida. E com essa pressa, subia as escadarias do metrô, com o celular na mão, andando com passos “apertados”... Sem me importar com os esbarrões costumeiros de São Paulo... Mas tive que me importar com o homem que estava em meu caminho quando quase o pisoteei. Um esbarrão e tanto! Mas foi rápido. Só tive tempo de vê-lo abaixar-se para pegar meu celular no chão, e escutar seu pedido de desculpas... A pressa fez com que eu apenas agradecesse e seguisse meu caminho... Apesar da rapidez do acontecimento, percebi que o homem não se sentia muito bem, ou talvez fosse coisa da minha cabeça... Estranho mesmo foi ter a sensação de já ter visto aquele homem. Afinal... Passei um ano longe de São Paulo... E ele não aparentava ser estrangeiro. Não que não existisse, mas a possibilidade de conhecê-lo era quase nula... Passei o dia com a imagem daquele homem na cabeça, intrigada com a sensação de já ter o visto em algum outro lugar... Não me surpreenderia que talvez em sonho...

Depois de muito pensar nisto... Abaixei a cabeça, coloquei a mão na testa, sorrindo, como quem diz si mesmo:



“Que paranóia a minha... foi apenas um esbarrão!”

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Agradecimento.

Depois de muito tempo sem postar, e muito tempo sem postar algo positivo... Venho por meio deste texto mostrar algo que não mostro a muito tempo... Agradecimento!

Infelizmente, nem todas as pessoas que eu gostaria que lessem este texto irão ler... Mas o que vale é a intenção!

Em um exato momento, minha conclusão se fez... Como em um texto antigo, cito neste que... Fucei fotos, busquei arquivos e tremi diante de mim, meus olhos mergulharam nas lágrimas, mas... Desta vez foi por um sentimento muito bom! Em alguns minutos perdidos buscando em minha memória e dentro de meu arquivo virtual, um pouco do passado. Confesso que tive medo quando comecei a ler algumas coisas, pensei que entraria em mais uma depressão por nostalgia, como todas as outras vezes que me peguei em situações parecidas, em que busco no passado uma resposta para o que acontece hoje. Eu encontrei uma resposta... Mas, diferente das ultimas que tive...

Eu obtive um sorriso, junto a todas as pessoas e momentos que revivi nestes minutos muito bem usados. “Eu vivi muito!”. Esta foi a resposta. Ultimamente andava resmungando demais, me flagelando com coisas negativas, mas vejo que minha mudança tem sido clara! Ao menos para mim. AH! Como eu vivi! Posso dizer que conheci pessoas maravilhosas, vivenciei momentos incríveis ao lado destas mesmas, algumas ficaram no passado, infelizmente é um passo que a vida tem que dar. Outras caminharam ao meu lado, mas isto não quer dizer que exista uma importância maior que outras. Hoje vejo que todas tiveram uma importância individual. E mais... Estas pessoas maravilhosas serviram para me ensinar muitas coisas, me ensinaram a ser o que sou agora. Não que isto seja para sempre, pois ainda vou mudar muito. Mas agora consigo enxergar a importância de cada um. Amores, amizades, brigas, infantilidades e talvez até um pouco de “ódio”... E é estranho pensar que até os momentos ruins são absurdamente importantes, e sempre queremos nos esquecer deles... A vida é realmente engraçada, hoje sorrio para o que um dia eu chorei. E digo que desperdicei muita coisa por ser altamente negativo... E também por não demonstrar o agradecimento que tenho agora... Eu gostaria muito de ter o espaço que tenho em minha visão, igualmente ao espaço que tenho em meu coração, para assim colocar todas as pessoas que estão aqui guardadas, a minha frente, e poder vê-las por inteiro... E agradecer. Como isto não é possível... Deixo que ocupem todo o espaço em meu peito, para que eu carregue isto pela eternidade!

Muito obrigado a todos que fizeram ou fazem parte da minha vida... Agradeço por terem me ensinado a AMAR, ODIAR e a PERDOAR! Todos vocês foram de grande importância para mim!

Eu adoraria dizer isto a todos pessoalmente, mas como não posso; faço por subconsciente. E espero que todas sintam a felicidade que sinto neste momento!

Um abraço a todos, e vivam bem!

sábado, 31 de outubro de 2009

Relatos da madrugada. Noite (dia) sete: 31 de outubro de 2009 – 07:48 AM

Apenas um pensamento...

Sou contra o normal, contra o anormal... Sou a contradição do ser, sou o ser em contradição! Não sou fã do exagero, nem mesmo exagero satisfaz, pois nunca se faz... Exato como o único fato... A ida! Acreditar, desacreditar... Em que? Para que?
Ser ecologicamente correto, sem negar-se aos desejos. Equilibrar a razão e o coração. Ter noção! Nada nos pertence... Assim tudo passa a ser nada. E o tudo passa a nos pertencer.
Entender... Pesar medidas iguais, mas de tamanhos diferentes... Densidade, desigualdade, que se faz em valor! O menor valer mais, o maior se faz vapor... Quantidade não é qualidade, então para que tanta saúde? Tanto espaço? Tanta vaidade? O que você quer na verdade? Sonhar com o futuro é bom, mas não realizar é frustração! Expectativa por certas vezes em vão... Para que tanta preocupação? Será mesmo bom viver cem anos? Ou o melhor a se fazer é lavar as mãos?
Mais importante é... Ser orgulho para terceiro, do que se orgulhar primeiro!
Dar atenção a criticas ou elogios... E sentir-se uma agulha no palheiro...
O que você é? Ou o que você quer? O que te faz sorrir?
O QUE FAZ VOCÊ FELIZ?

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Relatos da madrugada. Noite seis: 27 de outubro de 2009 – 03:09 AM

Algumas noites não constam... Favor buscar na memória o que falta das peças do quebra cabeça.
Será que realmente falta? Ou estas noites não fazem falta?
Digo que é utópico, ilusório, irreal e qualquer outro adjetivo que faça valer o sentido de... Sem sentido! Fato que estas noites em que nego-me a registrar, são realmente válidas, mas apenas para retirar certas partes. Não que eu queira apaga-las de minha mente... Apenas não deixarei em aberto o que não se deve! Caminhei sob minha consciência,testei meus limites, do corpo e do coração... Descobri que tenho um controle muito bom sob meus atos e desejos carnais, mas descobri que tenho uma falta de controle imensa sob meus desejos espirituais e sob meus sentimentos...
É estranho afirmar que, ao mesmo tempo consegui "trancar-me", consegui me abrir... Não é possível! Devo ter deixado alguma brecha,uma fresta... Uma janela aberta! Devo admitir que foi bom ter falhado em me tornar uma pedra! Por uma falha consegui me "dosar" com exatidão... E a formula deu certo! Farmácia pura! Alquimia, física complicada, mas trouxe-me um sorriso... Tirou o filme preto e branco, adicionou um pouco de cor! Pouca, mas realmente válida! Aos poucos vou retornando ao mundo real, cheio de cor e vida... Por enquanto, satisfaço-me com o VERMELHO. Que por sinal... Adiciona tanta coisa em mim! Cor mágica... Que me adicionou um sorriso, um novo coração e me abriu os olhos de que nada é por acaso! Nem mesmo meus testes malucos...
Ao menos me serviram para saber se posso dar o próximo passo. E pude! Dei o passo para conhecer a maravilhosa cor vermelha!

Vermelho... Uma cor intensa não? Tão intensa quanto o que sinto no momento...
Sinto-me feliz... Sem mais.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

“Qual é o sentido de ter livre-arbítrio, se me culpam por querer fazer isto? Dou certeza a todos que é por minha vontade... E isto me livra da culpa!”.
Terminou de ler a carta, levou a arma à própria cabeça e apertou o gatilho.